Museus e centros culturais de João Pessoa
Artigo 28 de 100 · 10 de setembro de 2026 · 1 min de leitura · Destino João Pessoa
Da Estação Cabo Branco, projetada por Oscar Niemeyer, ao acervo fotográfico da Casa da Pólvora, a capital reúne espaços culturais gratuitos.
O principal cartão-postal cultural da capital é a Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer e inaugurada em 3 de julho de 2008, no bairro do Cabo Branco. O espaço foi concebido para levar cultura, arte, ciência e tecnologia à população gratuitamente, e reúne torre de observação com sala de exposições, auditório para mais de 500 pessoas, salas de convenções, anfiteatro e espaços de formação artístico-cultural. Ao final de 2025, a instituição contabilizava 34 exposições realizadas no ano, reforçando seu papel como equipamento cultural de referência da cidade.
Outro núcleo importante é o Espaço Cultural José Lins do Rego, mantido pela Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc) e inaugurado em 1982. O complexo reúne, sob o mesmo teto, a Galeria Archidy Picado, o Museu José Lins do Rêgo — dedicado ao escritor paraibano da Academia Brasileira de Letras —, a Escola de Música Anthenor Navarro, teatros (Arena e Paulo Pontes), planetário, escola de circo e a Biblioteca Juarez da Gama Batista.
No Centro Histórico, a Casa da Pólvora, na Ladeira de São Francisco — a primeira rua da cidade —, abriga hoje o Museu Fotográfico Walfredo Rodrigues, com exposição permanente de fotografias antigas de João Pessoa, aberto diariamente. Já o conjunto do Convento de Santo Antônio funciona parcialmente como Museu Sacro-Escola da Paraíba, reunindo peças de arte religiosa dos séculos coloniais.
Juntos, esses espaços formam um roteiro cultural que combina arquitetura moderna, patrimônio colonial e memória literária e fotográfica da cidade — a maior parte deles com entrada gratuita.
